domingo, 18 de novembro de 2007

Te espero

…e se é então chegada a hora do adeus,
Eu secarei meus olhos lacrimejados e sentirei suas mão pela ultima
Vez.

Não se dissipe…
Não vá…

Os ventos da noite escura chamam por nós,
E permanecemos aqui com medo da luz,
A chuva fria que cai como lagrimas congeladas dos céus
Conforta-me a alma,
E anjos do profundo seguem cantando canções funéreas por todo o reino…

Traga-me paz…
Traga de volta minha paz …
E talvez algum dia encontraremos
Toda o conforto que poderia haver em nossos corações.

Eu apago a luz das velas e me deito só e envolto pela escuridão.
Lagrimas deslizam dos meus olhos contristes.
Eu me lembro do tempo
Quando sua luz brilhava tão clara,
Como a lua… como as estrelas…

Venha juntar-se à min agora,
Liberte-se das lapides frias… escuras,
E então não haverá mais dor…
E tristeza deixara de me seguir pelo caminho.

…porque não há mais vida, separado de mim mesmo!

Você pode sentir minha dor?
Está me rasgando por dentro…
E me perfurando a alma…

Eu olho pela janela,
Eu vejo o tempo passar,
Meu espírito grita em silencio…

Juntarei-me a ti do outro lado…

Nossa essência parte hoje…
Nossos corpos em pó se tornaram…
Mas continuaremos vivos,
Na escuridão da noite…

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