domingo, 31 de janeiro de 2010

Sofrimento



Privado de meu tesouro, minha afirmação à vida;
Minha paz mental após o pôr-do-sol
E distante, caminho para vossa falsa graça;
Minhas palavras e meu alvorecer ficaram assim horrorizados

O Sol ascende imponente, meus sentimentos morrem
O sofrimento do dia... (deixe-me estar)

Outro dia irá partir...
Outra lágrima nesta vida tão triste
Se tu já viste meu sorriso
Tu saberá que estou doente por dentro

Ó, morte, com teu encoberto ébano sublime,
A derrubar tua mais dura rosa
Expediu em nobre modéstia às chamas da tormenta...
Renuncio-me de tua aurora

Estar sem deus é ser tão cruel quanto deus em si
Em tempo de mostrar sua verdadeira face
Sem vida é estar morto quanto a vida em si
Este campo terreno que aprisiona minha alma

A inocência que rompe ao amanhecer,
E vejo como a beleza se desfaz

Outro dia irá partir...
Outra lágrima nesta vida tão triste
Se tu já viste meu sorriso
Tu saberá que estou doente por dentro

Outro dia irá partir...
Outra lágrima nesta vida tão triste
Se tu já viste meu sorriso
Tu saberá que estou doente por dentro

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