segunda-feira, 30 de agosto de 2010
Mil pedaços
Eu não me perdi e mesmo assim você me abandonou
Você quis partir e agora estou sozinho
Mas vou me acostumar com o silêncio em casa com um prato só na mesa
Eu não me perdi o Sândalo perfuma o machado que feriu
Adeus adeus adeus meu grande amor
E tanto faz de tudo o que ficou
guardo um retrato teu
E a saudade mais bonita
Eu não me perdi e mesmo assim ninguém me perdoou
Pobre coração - quando o teu estava comigo era tão bom.
Não sei por quê acontece assim e é sem querer
O que não era pra ser: Vou fugir dessa dor.
Meu amor, se quiseres voltar - volta não
Porque me quebraste em mil pedaços.
sexta-feira, 27 de agosto de 2010
Viver Para Sempre
Talvez eu não queira realmente saber
Como o seu jardim floresce
Porque eu apenas quero voar
Ultimamente, você sentiu a dor
Em uma manhã chuvosa
Como se estivesse molhado até o osso?
Talvez eu apenas queira voar
Eu quero viver, não quero morrer
Talvez eu apenas queira respirar
Talvez eu apenas não acredite
Talvez você seja igual a mim
Nós vemos coisas que eles nunca verão
Você e eu vamos viver pra sempre.
Eu disse que talvez eu não queira realmente saber
Como o seu jardim floresce
Porque eu apenas quero voar
E ultimamente, você sentiu a dor
Em uma manhã chuvosa
Como se estivesse molhado até o osso?
Talvez eu nunca serei
Todas as coisa que eu quero ser
Agora não é hora de chorar
Agora é hora de descobrir por quê
Eu penso que você é igual a mim
Nós vemos coisas que eles nunca verão
Você e eu vamos viver pra sempre.
quinta-feira, 26 de agosto de 2010
Respire, profundamente
Acalme-se, ele me diz
Se você jogar, você joga para ficar
Pegue uma arma, e conte até três
Eu estou suando agora, me movendo lentamente
Sem tempo para pensar, a minha vez de ir
E você pode ver meu coração batendo
Você pode vê-lo através do meu peito
Estou apavorada, mas eu não vou desistir
Eu sei que tenho que passar neste teste
Então, basta puxar o gatilho
Faça uma oração para si mesmo
Ele diz para fechar os olhos
Às vezes ajuda
E então eu tenho um pensamento assustador
Que se ele está aqui, significa que ele nunca perdeu
E você pode ver meu coração batendo
Você pode vê-lo através do meu peito
Estou apavorada, mas eu não vou desistir
Eu sei que tenho que passar neste teste
Então, basta puxar o gatilh
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
Me odeie..
"Você pensa que eu sou, eu sou um louco, um esquizofrênico, seja o que for."
Você me mata lentamente
De frente para o chão
Você não vai me possuir,
Eu não sou sua fodida prostituta!
Você diz que me ama
Mas realmente você não se importa
Você feriu meus sentimentos,
Me levou ao desespero.
Você me mata lentamente, quebra minha mente,
sua alma confia em mim.
Você me mata, morto cego.
Eu estou doente e cansado de jogar este jogo,
Eu não sou sua servente,
Você me deixa louca.
Venha e me odeie!
Seu povo, unidos pela música que fazem,
Não me conhece mesmo,
Você acha que é tudo falso
Seu povo confiante pelas roupas que eles usam
Você realmente me odeia
Mas eu não me importo!
Eu quero viver minha vida do jeito que eu quero,
É pegar ou largar,
Isto é o que eu quero.
Não tente tirar o resto da minha vida,
Não tente me impedir
Porque esta é a minha vida!
"Você pensa que eu sou, eu sou um louco, um esquizofrênico, seja o que for."
Imbecil! "Ele era bom"
sexta-feira, 20 de agosto de 2010
... Eu desejo
Vagando sem rumo profundo mortos campos preenchidos.
Recompensas são apenas, quem sabe o que falta rendimentos?
Pela beleza dourada de crepúsculo
Eo sol baixo no nosso céu.
Pelas sombras assombradas das arvores.
E sepulturas, eu sou fascinado.
Pesquisando profundo interior, tentando alcançar os meus sonhos
Vejo um rosto stare costas para mim. . . Oh, de modo sereno.
Pela beleza dourada de crepúsculo
Eo sol baixo no nosso céu.
Pelas sombras assombradas das arvores.
E sepulturas, eu sou fascinado.
Aqueles sussurrando tons. . . Tristes, clareiras silenciosas
Dor é uma terra distante.
Miséria, uma viagem vidas. . .
. . . E eu volúpia de morte (Julgamento)
quinta-feira, 19 de agosto de 2010
Devido à nossa ignorância, aprendemos com a dor
Um paradigma é um modelo, através do qual uma pessoa ou toda sociedade funciona. São modelos de funcionamento a serem seguidos segundo alguns conceitos e teorias, que naturalmente se espalham e constroem uma nova forma de se relacionar com a própria vida.
Nossa civilização se encontra em uma encruzilhada. Criamos um mundo à nossa volta para sermos servidos e saciados em nossas necessidades. Utilizamos-nos de todos os recursos disponíveis, indiscriminadamente, certeza de que esses mesmos recursos estariam à nossa disposição por toda nossa existência. Hoje chegamos aonde estamos. Como disse Gandhi: "Sempre houve o suficiente para todas as necessidades humanas; nunca haverá o suficiente para a cobiça humana".
Chegamos ao limite do suportável e agora devemos trabalhar no sentido de aliviarmos a dor e a ameaça que está diante de nós e que, no entanto, fomos nós mesmos que criamos. Há várias maneiras de colaborar e dirimir o estrago que causamos; várias coisas que podemos fazer individualmente para a preservação do que sobreviveu à nossa indiscutível, mas mal direcionada força criativa.
Fizemos uma escolha, mas cometemos muitos erros. Agora temos um bom trabalho pela frente. Ou se preferir, este é o carma que construímos e que devemos transformar, resultado de nossa irresponsabilidade e inconsequência.
Ironicamente, devido a essa mesma inconsequência, estamos nos tornando mais e mais seres coletivos e cooperativos na busca de soluções para nossa salvação neste iluminado planeta Terra. Mais uma vez, devido à nossa ignorância, aprendemos com a dor.
Concomitantemente a esse movimento de união e cooperação, a nova física nos apresenta uma versão moderna do idealismo monista, (cultura indiana) que, lentamente, se torna a construção científica desse novo paradigma. O idealismo monista prega que matéria e mente são partes integrantes de uma mesma realidade. É uma filosofia que postula que tudo, incluindo a matéria, existe na consciência e é por ela manipulado. Com isso o idealismo monista não postula que a matéria não é real, mas que é secundária e mais, submetida à consciência.
Na era anterior, vivemos sob o paradigma de um mundo material onde a vida, o mundo e o Universo são isentos de qualquer significado espiritual. Espírito e matéria precisaram separar-se em nome da evolução da ciência, caso contrário, esta deveria submeter-se ao poder da religião.
Dentro do raciocínio monista, a consciência tem um papel não só fundamental, mas central e, por meio dela, podemos reconhecer como parte integrante e natural do Homem, fenômenos e experiências espirituais. Imersos na visão mecanicista, lentamente compartimentamos toda vida, incluindo nossos corpos, mentes e espíritos. Ao invés da unidade com a natureza, a consciência afastou-se dela. Este deve ser um momento de séria reflexão e reavaliação de nossos verdadeiros valores e visão de mundo.
quarta-feira, 18 de agosto de 2010
Dores
Eu tive um sonho em dias passados.
Amada pelo único que meu coração desejou.
Então, tudo começou a desaparecer.
Nosso amor, uma vez fora tão forte,
entornou-se através de nossas mãos.
Humanos tão desamparados, o que nós podemos fazer?
Eu apenas pude assití-lo ir embora de minha vida.
Oh, meu coração; por que tu és fraco?
Oh, meu coração; como são profundas tuas feridas...
Tu que pensastes que aquele amor fora vida.
Tu que pensastes que o amor nunca morre.
Chora tuas dores!
e procura curar-se.
Chora tuas dores!
e tenta perdoá-lo...
Ele que prometeu mundos nunca vistos.
Ele que causou tua dor irreal.
Como tu pudestes acreditar nas palavras dele?
Como tu pudestes acreditar no amor dele?
domingo, 15 de agosto de 2010
Eterno nascer do sol
Um fim que não pode ser parado
O mundo vira todos os dias
Um fim sem fim
Então, à esta hora da manhã
Eu não consigo mais chorar
Apesar de a história continuar
O enredo está sendo escrito
Nosso destino começa a se formar
Acredite em anjos, eles acreditam em você
Abra as suas asas, existem mais coisas além desta escuridão
Abra os seus olhos, o horizonte não tem fim
Você pode enxergar para sempre, você pode conhecer todos os tempos
Você pode viver para sempre...
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
Paranóia destilada
Esse espera na borda do horizonte distante
E nós somos todos os desconhecidos sem ilusão global
Querendo e necessitando o paraíso impossível
Perseguindo o sonho como nadam para fora ao mar
À miragem adiante diz que podem estar livres
Tornado perdido sem desilusão que afoga sua razão
Varrido sobre pela corrente da ambição egoísta
Envergonhado e receoso assustado da culpa
As perguntas estão gritando as respostas estão escondendo
A doença está crescendo a condição distraída
Você pode sentir a aversão e cheirar a confusão
Começar insano encontrando-se embebido na chuva
Drenando o céu da culpa e da vergonha
O pesadelo está vindo as nuvens é descendente
Puxado sob dois mil medidores em um segundo
Agarrando nas paredes que deslizamento justo através de meus dedos
Desmoronar da escuridão e quebrar consumindo
O paranóia destilado escoou nas paredes
E preenchido as rachaduras com as chamadas sussurrando
As sombras estão dando forma ao cuidado da tomada dos avisos
Rastejar ao redor em quatro na manhã
Mentira a mim mesmo começo um começo marcado
Mas eu sou perdedor eu mesmo neste medo de viver
domingo, 8 de agosto de 2010
Canção dos Derrotados
O meu telhado pode ser de vidro
mas minhas paredes são do mais puro concreto então
não vem dizer que sabe o que está acontecendo
e que melhores dias virão
...melhores dias (porra nenhuma)
nada vai acontecer pra mim
e não há nada que se possa fazer
Só deixar tudo isso acontecer
Olha pra mim e diz
Se eu sou aquilo que você sempre quis
Diz alguma coisa que me faça feliz
Eu não pretendo fazer igual
Olha em volta de você e tenta entender
Eu não mereço você
Faz mais de um ano que não chove
e minha boca seca tenta explicar
Alguma coisa sem explicação
e quando eu penso em tudo o que aconteceu
Meu olho seca e não tenho sentimentos
...isso é tudo que sobrou de mim
E não há nada que se possa fazer
Só deixar tudo isso acontecer
E não há nada que eu possa fazer
domingo, 1 de agosto de 2010
Eternidade
Seu mel queima em espiral
Como lágrimas pingando de seu grandioso e morto útero
Indesejado, eu sinto em seu ser
Libertar as formas dentro de você
Somente verei seus sonhos selvagens
Eu sou uma impossibilidade
Da sua enorme castidade
Eu sou sua infração e você não pode esperar
Pra me ter dentro de você e sentir...
Eternidade
Girando em torno de mim
No desejo, você queima
Tanto quanto sangue caindo
De seu novo útero desperto
Indesejado, atirado longe por sua crença
Eu sou o único que você
Ensina a renunciar
No seu medo virginal
O suor, as mãos, as noites em claro
E a violência dos suspiros silenciosos
Todos juntos em mim
Pegue minha mão e sinta a eternidade
Pegue minha mão e ache um novo Deus
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